
Que raiva!
Que ódio!
Come este olhar
me repugna!
Não entendo!
Não percebo!
Como pode este olhar
descontrolado ficar?
Repugnam-me estes olhos verdes,
escravos do meu coração.
eles me denunciam,
eles me enfraquecem,
eles me atraiçoam.
Este olhar, um dia jurou,
e escravo se tornou
deste inocente e frágil coração.
Como este olhar me denuncia!
Como pede e chora
tudo que o coração diz,
precisa e sente.
Ai, como este olhar
me enfraquece…
Como ele espelha
aquilo que sinto,
aquilo que preciso!
Não dá para capturá-lo,
não vale a pena escondê-lo,
por muito que tente,
ele livre se tornou,
apenas ao inconsciente
do coração responde.
Este olhar para sempre
me atraiçoará,
dizendo o que não deve,
brilhando quando não deve,
chorando pelo que não deve!
Os olhos para sempre
serão meus,
Mas este olhar…
nunca mais será meu!
Que ódio!
Come este olhar
me repugna!
Não entendo!
Não percebo!
Como pode este olhar
descontrolado ficar?
Repugnam-me estes olhos verdes,
escravos do meu coração.
eles me denunciam,
eles me enfraquecem,
eles me atraiçoam.
Este olhar, um dia jurou,
e escravo se tornou
deste inocente e frágil coração.
Como este olhar me denuncia!
Como pede e chora
tudo que o coração diz,
precisa e sente.
Ai, como este olhar
me enfraquece…
Como ele espelha
aquilo que sinto,
aquilo que preciso!
Não dá para capturá-lo,
não vale a pena escondê-lo,
por muito que tente,
ele livre se tornou,
apenas ao inconsciente
do coração responde.
Este olhar para sempre
me atraiçoará,
dizendo o que não deve,
brilhando quando não deve,
chorando pelo que não deve!
Os olhos para sempre
serão meus,
Mas este olhar…
nunca mais será meu!